Livreto Celebrativo | 2° Dia da Novena em Honra a São Francisco de Assis


 LIVRETO CELEBRATIVO

SANTA MISSA E NOVENA EM HONRA A SÃO FRANCISCO DE ASSIS


27.09.25


RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA


Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.


Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.


ANTÍFONA DE ENTRADA 

(Is 30, 19. 30)


Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

Onde irmãos reunidos glorificam a Deus, aí o Senhor dará a sua bênção


SAUDAÇÃO


Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.


Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.

O povo responde:

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.


ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.


Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com Senhor, tende piedade de nós.

O sacerdote:

Pres.: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.

O povo responde:

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


O sacerdote:

Pres.: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.

O povo responde:

℟.: Cristo, tende piedade de nós.


O sacerdote:

Pres.: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.

O povo responde:

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

℟.: Amém.


ORAÇÃO COLETA


Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;

Ó Deus, em vossa bondade, chamastes vosso servo São Francisco de Assis ao seguimento de Cristo; concedei-nos, por sua intercessão, que, renunciando a nós mesmos, possamos aderir a vós de todo o coração. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

(Zc 2, 5-9. 14-15a)


O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados:

Leitor: Leitura da Profecia de Zacarias


Levantei os olhos e eis que vi um homem com um cordel de medir na mão. Perguntei-lhe: “Aonde vais?” Respondeu-me: “Vou medir Jerusalém, para ver qual é a sua largura e o seu comprimento”. Eis que apareceu o anjo que falava em mim, enquanto lhe vinha ao encontro um outro anjo, que lhe disse: “Corre a falar com esse moço, dizendo: A população de Jerusalém precisa ficar sem muralha, em vista da multidão de homens e animais que vivem no seu interior. Eu serei para ela, diz o Senhor, muralha de fogo ao seu redor, e mostrarei minha glória no meio dela. Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. Muitas nações se aproximarão do Senhor, naquele dia, e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti”.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Leitor: Palavra do Senhor.

Todos respondem:

℟.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL

(Jr 31, 10. 11-12ab. 13 (R. 10d))


O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão. 

— Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!


— Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar; a paz para o seu povo e seus amigos, para os que voltam ao Senhor seu coração. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra.

— A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus.

— O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; a justiça andará na sua frente e a salvação há de seguir os passos seus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

ALELUIA, ALELUIA! 

ALELUIA, ALELUIA!


Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.


EVANGELHO

(Lc 9, 43b-45)


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


O diácono ou o sacerdote diz:

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.

℣.: Naquele tempo, todos estavam admirados com todas as coisas que Jesus fazia. Então Jesus disse a seus discípulos: “Prestai bem atenção às palavras que vou dizer: O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens”. Mas os discípulos não compreendiam o que Jesus dizia. O sentido lhes ficava escondido, de modo que não podiam entender; e eles tinham medo de fazer perguntas sobre o assunto.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:

℣.: Palavra da Salvação.

Todos respondem: 

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.


2º Dia da Novena em Honra a São Francisco de Assis

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.


INVOCAÇÃO INICIAL 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Amém.


Pres.: Hoje celebramos o perdão, a resposta cristã ao ódio e à violência. Onde há ferida, o discípulo de Cristo é chamado a ser bálsamo; onde há ofensa, deve florescer a misericórdia. São Francisco nos ensina que o Evangelho só se vive plenamente quando o perdão vence a vingança.

Breve silêncio para meditação.

                             LEITURA BÍBLICA 

“Então Pedro, aproximando-se de Jesus, perguntou: ‘Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?’ Jesus respondeu: ‘Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.’” (Mt 18,21-22)

                                   MEDITAÇÃO

O perdão não é fraqueza, mas força divina. É arma dos santos, chave da paz, semente de reconciliação. Quem guarda rancor constrói muros; quem perdoa abre portas. Francisco foi sinal dessa paz, porque soube viver reconciliado consigo, com os irmãos e com toda a criação.


                                  ORAÇÃO FINAL

Senhor, dai-nos a coragem de perdoar como Vós perdoastes. Libertai-nos do peso do rancor e fazei de nós instrumentos de reconciliação. Onde houver ofensa, que levemos o perdão.


           ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS 

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor;

onde houver ofensa, que eu leve o perdão;

onde houver discórdia, que eu leve a união;

onde houver dúvida, que eu leve a fé;

onde houver erro, que eu leve a verdade;

onde houver desespero, que eu leve a esperança;

onde houver tristeza, que eu leve a alegria;

onde houver trevas, que eu leve a luz.


Ó Mestre, fazei que eu procure mais

consolar, que ser consolado;

compreender, que ser compreendido;

amar, que ser amado.


Pois é dando que se recebe,

é perdoando que se é perdoado,

e é morrendo que se vive

para a vida eterna.


Amém.

        

                                    HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.


LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS


Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o corporal. 

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.


CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.


             ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Recebei, Senhor, a oblação que oferecemos pela Salvação do vosso povo: por ela, e com a intercessão de São Francisco de Assis, consigamos afastar as seduções do pecado e chagar ao convívio celestial. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo aclama:

℟.: Amém.


                           PREFÁCIO DOS SANTOS I

Pres. O Senhor esteja convosco.

℟.:  Ele está no meio de nós.

Pres. Corações ao alto.

℟.: O nosso coração está em Deus.

Pres. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟.: É nosso dever e nossa salvação.

 Pres. Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso. Na assembleia dos Santos, vós sois glorificado, e, coroando os seus méritos, exaltais os vossos próprios dons. Com sua vida nos dais um exemplo, em sua comunhão, um laço de amor fraterno e, por sua intercessão, um auxílio. Assim, confirmados por tão grande testemunhas, corremos vitoriosos para o combate que nos é proposto a fim de alcançarmos com eles a imperecível coroa da glória, por Cristo, Senhor nosso. Por isso, com os Anjos e Arcanjos e a imensa assembleia dos Santos, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:


℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


                   ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:

Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 

Une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

A assembleia aclama

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

inclina-se levemente;

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração. Então prossegue;


Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

inclina-se levemente;

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.

A assembleia aclama:

℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

A assembleia aclama:

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

A assembleia aclama:

℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.

A assembleia aclama:

℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!


2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa João Paulo e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

A assembleia aclama:

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.


                            DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

℟.: Amém.


                      ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.


O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.


                        SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

 

                          FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez: 

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha 

                             COMUNHÃO 

Em seguida o sacerdote comunga primeiro e depois o restante da assembleia, enquanto se entoa o canto de comunhão 

Após a comunhão, o sacerdote ou diácono desmonta o altar e leva o restante das espécies ao sacrário para serem utilizadas em outras celebrações.


                    ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO 

O sacerdote faz a oração depois da comunhão de braços abertos, dizendo:

Senhor, Nosso Deus, concedei que, apoiados pela proteção de São Francisco de Assis. E pela força deste sacramento de sabedoria, vivamos com justa moderação. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.:Amém 


                            RITOS FINAIS                     

                           BENÇÃO FINAL

  

Se for oportuno o sacerdote ou o diácono da breves comunicados ao povo. E prossegue com a benção, dizendo:

O Senhor esteja convosco 

℟.: Ele está no meio de nós 


Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo.

℟.:  Amém 


Em seguida, o diácono ou o próprio sacerdote da a despedida.

A alegria do Senhor seja vossa força; ide em paz, e que o Senhor vos acompanhe.

℟. Graças a Deus 

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