"Existe uma fronteira objetiva entre ser jovem e não ser jovem. O quê acontece é que nós simplesmente não sabemos onde está essa fronteira. Assim, a linguagem não é vaga porque o mundo seja vago; é vaga porque o nosso conhecimento é limitado."
Timothy Williamson
Aqui Timothy quer dizer que obviamente se você vê uma pessoa de 70 anos e uma de 30 anos, você vai saber quem tem 70 e quem tem 30 e vai chamar a de 70 de velha e a de 30 de nova. Mas ao mesmo tempo uma criança de 5 anos vai chamar a mãe de 23, de velha. Então nós reconhecemos quando é velha e quando é nova, mas, quando realmente uma pessoa passa a ser velha e quando termina de ser jovem? Então ele termina: "O nosso conhecimento é limitado" essa é a resposta nos sabemos dizer quem é jovem e quem é velho mas não dá para sabemos qual é o momento exato que a pessoa muda de nomenclatura.
"A questão não é apenas uma questão de idade ou convenção social. Precisamos considerar a complexidade da realidade: a juventude não é um ponto numérico, mas uma propriedade emergente de pessoa em contexto social, biológico e psicológico. Portanto, a linguagem precisa capturar essa riqueza e não apenas dizer: 'menos de 30 anos' "
Kit Fine
Kit vai dar a resposta, ele está dizendo que a palavra em si, não limita a pessoa, e que idade é RELATIVA pois não tem um número para decidir se a pessoa é jovem ou idosa, velha ou nova; mas que a cada caso e uma coisa. Tem pessoas com 20 anos que está como se tivesse 50, tem gente de 70 que parece ter 30, então esses termos não estão para dizer quem e você mas e você que dizer o que eles dizem. Ser velho significa está inativo, mal de saúde, atrasado na sociedade, e com "aparência de velho". Ser novo significa está ativo, bem de saúde, junto a época cultural e tecnológica da sociedade e com "aparência de jovem".
Não é você que se curva a linguagem, e a linguagem que se curva a você!